Desempregado vai ter salário mínimo por 12 meses

Desempregados poderão ter uma boa notícia, receber um salário, mesmo não estando trabalhando, por um período de 12 meses. A ideia vem do Projeto de Lei 1022/21, que permitirá através de um Fundo Permanente de Geração de Emprego e Renda (Fupeger) e instituirá o Programa Nacional de Geração de Emprego e Renda Miníma (Pronagem), onde as pessoas poderão receber um salário mínimo, desde que se inscrevam em cursos de qualificação.

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O deputado Wilson Santiago (PTB-PB) é o autor do projeto que prevê a criação de lei complementar, do Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF).

A proposta em análise na Casa prevê a criação, através de lei complementar, do Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF) .

“É o caminho mais sensato para combater a crise gerada pela pandemia do novo coronavírus e a desigualdade social”, afirma Santiago.

O texto diz que, o fundo contábil, de natureza financeira, será vinculado ao Ministério da Economia, sendo mantido por recursos retirados do FAT – Fundo de Amparo ao Trabalhador, do Orçamento da União e da Arrecadação como o IGP. A lei sendo aprovada, será de responsabilidade do Poder Executivo fazer a regulamentação em até 60 dias.

Quem terá direito

O desempregado terá direito a um salário mínimo (R$ 1.100), para isso será necessário comprovar que está realmente desempregado. Em casos de quem recebeu o seguro-desemprego, comprovar que ainda não conseguiu nenhuma colocação no mercado, para serem beneficiados.

A pessoa só poderá permanecer no programa por 12 meses, o desligamento é automático após o término do prazo.

Edição por Jorge Roberto Wrigt Cunha – jornalista do Jornal Contábil

Fonte: Rede Jornal Contábil .

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